Top 5: Máscaras de Hidratação

Olá meninaaaaas,

Hoje vou postar aqui para você o TOP 5 das máscaras hidratantes que mais uso:

1. Máscara de Hidratação Profunda Seótres: É a minha preferida! Cabelos sem brilho e sem maciez, essa é a pedida! Basta 15 minutinhos na touca e o cabelo está perfeito. Média de Preço: R$ 28,00

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2. Helder & Shoulder (S&H): Amo essa máscara, ela hidrata bem os fios e uso regularmente. Por ser um produto branco, é ótimo para fazer misturinhas. Média de Preço: R$ 10,90
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3. Espermacete de Baleia  Miss Anne: Uso esse produto no banho, como hidratação rápida. Ela tem um efeito maravilhoso, só o cheirinho que não me apeteceu muito. Preço médio: R$ 14,00 para 500 gramas.
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4. Monange Hidratação: Acho essa máscara ótima. Hidrata bem o cabelo e uso pura ou com bepantol para potencializar a hidratação. Preço médio: R$ 5,90
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5. Botica: Amo, amo e amo essa máscara. O cheiro é maravilhoso, é mega encorpada e deixa os cabelos tão macios.  O único problema dela no meu cabelo é que deixa sem volume. Ai tenho que fazer fitagem pro volumão voltar. Preço médio R$ 17,00.
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E quais são os preferidos de vocês? Lembrando apenas que todos os produtos que postei são liberados.

Beijooos ❤

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Máxima Hidratação

Por indicação de uma amigas do Grupo Meu Cabelo Tipo 4, resolvi testar a receita da Gêdeane Ferreira, que foi nomeada como máxima hidratação.

São quatro passos, porém, modifiquei algumas coisas, pois, já conheço o meu cabelo e sei o que ele ama e odeia.

1º passo: Fiz  umectação nos fios com: 2 colheres de yamasterol, uma tampa de bepantol, 50 ml de água e uma tampa de óleo de coco. Misturei bem e apliquei no cabelo. Dormi com essa mistura.

2º passo: No dia seguinte, enxaguei o cabelo e apliquei a mistura de: 150 ml de água + 2 colheres de bicarbonato de sódio. Passei bem no couro cabeludo, massageando bem. Deixei na touca por 30 minutos.

3º passo: Após os 30 minutos com o bicarbonato, enxaguei bem o cabelo. A próxima mistura consiste em máscara de hidratação + bepantol + água morna. Misturei bem e passei no cabelo, massageando bem mesmo, sem preguiça. Deixei a mistura por 40 minutos, apenas com uma touquinha de plástico.

4º passo: Lavei o cabelo com a hidratação e seguimos para a desintoxicação capilar: argila branca ou a que você tiver em casa + água. Coloquei bastante argila para ficar com aspecto de creme. Passei no cabelo uma quantidade bem razoável e deixei agir por 15 minutos. Após esse processo, apenas enxague o cabelo e finaliza como costume.

No meu cabelo, passei óleo + leave-in. Os cachos ficaram bem definidos e tive um day after maravilhoso. Tem meninas que preferem leave-in + gel, depende do seu gosto.

Essa receita é ótima para cabelos sem brilho, sem maciez e sem vida. Ela devolve a emoliência aos fios, garantindo hidratação por mais tempo.

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Parceriaaaaaaaaa

Olá meninas,

É com muita alegria que estamos com parceria nova! uhuu! Trata-se do blog da Pamela Neves. Ela vai casar e dá dicas super bacanas de vestidos, dieta, decoração e claro como toda noiva, ela foge um pouco e fala de outros assuntos, senão a cabeça pira com tanta informação.

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Não deixem de acompanhar o trabalho dessa lindona, que tem post diariamente, informações bacanas para você acompanhar, ler e se divertir!

Segue lá: http://pamelaneves.blogspot.com.br/

Beijos gatonas, espero que curtam bastante essa nova parceria aqui no nosso blog 😀

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Da ditadura pra a liberdade!

Olá meninas,

Conforme prometido, toda semana estaremos postando depoimento de cacheadas e como foi todo o processo de aceitação e libertação da ditadura de cabelos lisos.

Hoje, vamos falar sobre a história da Gabriela, 24 anos e psicóloga:

Não tenho nenhuma lembrança infantil do meu cabelo natural, apenas as fotos da minha festa de um ano de idade. Desde muito cedo minha mãe utilizava alisamentos/relaxamentos em mim, mesmo que o salão não aceitasse ela comprava na farmácia e passava. Por longos e longos anos ela testava todo tipo de produto estranho, fedorento e doloroso no meu cabelo. A lembrança mais traumática que tenho foi um dia em que ela passou uma famosa “pasta” no meu cabelo que queimou todo o meu couro cabeludo e quando ela passou o neutralizante senti como se eu estivesse com a cabeça em uma panela de óleo quente. Lembro-me que eu gritava de dor em casa, nessa época eu tinha mais ou menos uns 8 anos. Após esse episódio me lembro de um corte químico sofrido aos 11 anos. Mesmo assim ela não desistia e foi aí que conheci a guanidina. A partir daí até eu decidir parar de usar química fui escrava da guanidina de 2 em 2 meses. 

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Minha motivação de ser natural surgiu junto com uma série de questionamentos sobre minha vida, sobre meu posicionamento político e sobre tudo o que eu acreditava. Eu queria conhecer o meu cabelo, queria que minha futura prole se orgulhasse de sua raça e se aceitasse com a sua beleza, se caso a vontade de mudar algo aparecesse que fosse por uma escolha e não por uma imposição. Porém, eu não sabia muito bem como fazer e como lidar com um cabelo desconhecido. Então, mesmo tomando a decisão de ser natural, demorei um tempo para largar o relaxamento. No início, só o meu namorado estava ciente da minha decisão e sempre me deu muito apoio. O meu último relaxamento foi em Abril de 2014, mas nem eu tinha certeza de que aquele seria o último. Deixei rolar… Nos primeiros 3 meses continuei com a rotina de escova e fiquei pesquisando blogs, vídeos, redes sociais para tentar encontrar experiências parecidas com a minha, mas senti uma imensa dificuldade, pois a maioria das informações que encontrava eram de meninas com os cabelos muito diferentes do meu. Meu cabelo é tipo 4, um misto de 4a, 4b, 4c, então achei complicado adequar o que eu encontrava em todas essas fontes à realidade do meu cabelo, mas decidi ir tentando várias coisas. Ao mesmo tempo estava passando por uma grande mudança em minha vida como um todo, eu tinha acabado de me formar e ainda estava procurando uma direção para minha trajetória profissional. Passando a época da escova, passei a usar o cabelo com coque. Amarrava para traz e fazia coque ou um penteado meio afro que sempre usei quando o cabelo estava saturado de escova. Com 4 meses de transição precisei ir a um baile de formatura e não sabia o que fazer no cabelo, escovei e fui a um salão para fazer um penteado que minha raiz não aparecesse. Quando vi meu cabelo literalmente fritando com a prancha e o spray fixador, resolvi que aquela iria ser a última escova com o intuito de alisar os cabelos que eu faria. E assim foi… A partir daí comecei a saga de procurar algum bom cabeleireiro especialista em cabelos crespos para fazer meu BC.

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Encontrei uma cabeleireira e marquei meu corte para uns dias antes do meu aniversário. Chegando lá a cabeleireira não quis fazer o BC e disse que eu não tinha preparo psicológico para cortar os cabelos tão curtos e fez um corte para que eu pudesse passar a transição de um jeito mais “estiloso”. Eu queria ter cortado tudo, mas gostei muito do corte e passei 3 meses com ele, quando chegou a hora de renovar o corte pensei, vou cortar tudo! Nesse intervalo conheci uma colega de trabalho que também estava em transição e marcamos o nosso BC juntas, porém não foi possível e cortei uma semana depois dela. A sensação? Foi libertador! Eu nunca me senti tão bonita e tão de bem comigo mesma. Acredito que a transição é um processo de aceitação. No meu caso ela foi permeada por mudanças em vários sentidos, então me tornei outra pessoa num movimento de fora para dentro e de dentro para fora. Atualmente estou bem mais perto do que eu acredito ser a minha essência. A palavra empoderamento só se tornou palpável pra mim agora. Passei anos da minha formação trabalhando esse conceito nos meus diversos espaços de prática, mas só agora ele fez sentido em minha vida. Hoje em dia posso dizer que meu cabelo me empodera.

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Quantas de nós não passamos pela mesma coisa? É muito triste viver numa ditadura! Ah, muitas saem da ditadura do liso e vai para a ditadura dos cachos perfeitos. Não acredito que isso seja aceitação, acredito que seja uma fase de “modinha”. Pessoas assim não compreendem o significado de liberdade, não compreende suas raízes e tampouco irá passar valores para futuras gerações.

Beijo amores e até a próxima!

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Cabelo sem definição?

Um dos maiores problemas do cabelo cacheado é a falta de definição, principalmente quando o cabelo é tipo 4. Tem dias que ele acorda de mau humor, que implica, que não nos obedece, ficamos frustradas, chateadas e ele nem ai. Quando isso acontece, nada melhor do que uma boa e velha hidratação. Foi num dia desses que, me marcaram num post no grupo Cacheadas em Transição, onde uma cacheada falou sobre a hidratação de manga.

Eis o milagre:

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1 manga rosada
1/2 copo de leite
1 colher de sopa de azeite extra virgem

Bate tudo no liquidificador e passa pela peneira. Depois acrescentei 1 colher de bepantol e duas colheres de máscara branca, bem ralinha (Kanechon nesse caso é a melhor opção).

Misturei tudo, lavei o cabelo e passei a hidratação. A cada mexa, penteava com pentes largos e massageava bem. Depois de ter passado no cabelo inteiro, massageei por 30 minutos (prepare-se para fortes dores nos braços rsrs) e deixei agir por uma hora. Enxaguei, passei condicionador e finalizei como de costume.

Resultado:
Hoje estou no meu 3º dayafter! Cabelos macios, definidos e LINDOS!

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Alguém já testou essa hidratação? Deixe nos comentários!

Beijoooos

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Hidratante Payot – Free Oil

Se você está a procura do hidrante perfeito para pele oleosa, eis aqui o maravilhoso hidratante da Payot.
Gente, ele é bom mesmo! Minha pele fica esquina o dia inteiro. É claro que é necessário os passos que já falamos aqui: limpar, tonificar e depois hidratar. Outros fatores são determinantes para manter sua pele sempre seca: beber bastante água! Quando a pele está desidratada, ela produz sebo para “hidratá-lá”. A pele fica oleosa e áspera, esse é um dos sinais da falta de líquido no corpo. Ah, a alimentação também ajuda e muito nesse processo, pois, a mudança ocorre de dentro para fora!

Falando sobre o hidratante, faço a limpeza pela manhã e a noite e sempre hidrato para que a minha pele não sinta a necessidade de produzir óleo!

Comprei na loja Ikesaki na Liberdade e paguei cerca de R$ 25,00. Usava no curso de make, mas confesso que estou usando em mim rsrsrs.

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Ele é um gel, mas não deixa com aspecto pegajoso e tem rápida absorção.

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E vocês já usaram essa belezinha? Comente aqui como foi sua experiência! Bjooo ❤️

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Cantinho dos Cachos: Depoimento

Olá meninas,

Hoje vamos iniciar uma nova etapa aqui no Blog. Vamos ter toda semana, depoimento de uma cacheada ou crespa, sobre o que as levaram a assumir os cachos, o que sofreram durante esse processo e como superaram os desafios de uma sociedade que implantou uma regra de que mulher bonita tem que ter cabelo liso.

E para iniciar, vamos falar sobre a Juliana: fotógrafa, estudante de Serviço Social e mãe de duas princesas.

Quando criança, ainda não era possível que as crianças se utilizassem dos alisamentos químicos fortíssimos, então para me adequar aos padrões da sociedade, minha mãe para não me ver ser motivo de chacota por outras crianças já alisava meu cabelo com o famoso “pente quente” (esquentava-se o pente de ferro no fogão e passava nos cabelos), queimava couro cabelo e testa muitas das vezes. Logo aos 12 anos já era possível o alisamento, então mais do que rápido eu me vi alisando os cabelos, eu queria, ela me via sofrendo com o bullying, tentava amenizar.

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A ideia de partir para o Big Chop, já era grande há pelo menos 1 ano antes da transição, mas não conseguia ter coragem, nem forças para tal, era muita pressão para uma cabeça só. Há 6 anos conheci a religião, e há 7 meses me iniciei de fato. A religiosidade se fez mais presente. Um dos processos que existe no Candomblé, para sua “feitura no santo” como muitos sabem é raspar a cabeça, não fui totalmente raspada, não sou yawò, sou ekedy, então com o cabelo extremamente curto, me vi como eu queria e não tinha coragem.

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Busquei por todos os produtos possíveis, nas perfumarias as moças “alisadas” funcionárias, além de responderem de forma preconceituosa, sequer tinham conhecimento sobre qualquer coisa para cabelos crespos, eu saía frustrada (mas que fique claro, eu sempre tinha uma resposta contra o preconceito que elas expeliam). A internet e as redes sociais e seus grupos foram as maiores aliadas. Aos poucos e testando as dicas fui me encontrando. Eu sou abusada, como diz um amigo, então gosto logo de cores, por isso neste momento meu black é vermelho, já foi rosa pink… A conclusão é de que podemos ser naturais e como queremos, porque nosso cabelo é bom sim, ruim é o racismo e preconceito dos outros! Me estenderia falando mais ainda do que isso, pois estou em um aprendizado imensurável… Agradeço a todos que me aturam!

Eu AMEI a experiência que a Ju teve com o seu cabelo. O que importa é você se aceitar, gostar de você, ter amor próprio.

Se você passou ou está passando pela transição, manda a sua história também!

Beijoooos!

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